Canadá: um país que vem se tornando o queridinho do mundo todo

Sabe aquele país que pelo menos uma vez na semana você vai ouvir falar dele? Um país que até a “tia da limpeza” disse que se apaixonou e quer visitar, depois que assistiu um Globo Repórter só sobre ele. Um lugar que vira e mexe aparece como o melhor do mundo nisso ou naquilo. Aquele que tem aquele Primeiro Ministro galã e “prafrentex”. É…. o Canadá tá na boca do povo.

Dias atrás rolou um Globo Repórter falando só sobre o Canadá – a galera pirou: foi muita beleza pra um programa só (se você não viu, aqui tá o link). Mas, o Canadá não está só arrancando suspiros apaixonados dos brasileiros, é algo mundial. Sempre mostrando as caras em listas dos bons em alguma coisa (melhor reputação, por exemplo), além das várias cidades entre as melhores do mundo (já falei disso aqui).

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Fala verdade: o Trudeau não parece o cara do desenho do Alvin e os Esquilos?

Além disso tudo, o galante Primeiro Ministro Justin Trudeau tem contribuído e muito para o sucesso dessa imagem “We Love Canada”. O cara já virou herói da Marvel, já montou a equipe ministerial “mais legal do mundo”, é modelo de como ser “charmoso” (não que eu ligue pra isso) e até tem cumprido seu papel de líder político colocando o país nos eixos da economia mundial. Óbvio que nem todo mundo gosta. Porém, os haters tem perdido a batalha.

A imagem tem sido tão boa pelo mundo afora, que tem gente lá dos marketing querendo aproveitar essa fase “quanto mais purpurina melhor” para trazer benefícios substanciais para o país. O próprio Obama disse que: “The world needs more Canada”. E digo mais: o Canadá precisa do mundo também. “Agora é a hora”, disse Peter Donolo, Diretor de Comunicação do ex-Primeiro Ministro Jean Chretien – neste artigo bem sugestivo “Transformar o Canadá numa marca seria um dinheiro bem gasto”.

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A lua de mel está das Arábias. Ano que vem o país vai soprar 150 velinhas de aniversário. Tá inteiraço. Um mocinho, vamos dizer assim. Não o Trudeau, mas o Canadá mesmo. E tá com cara que será, num futuro longínquo, aquele país velhão-enxuto. E além de tudo, é boa praça – o legalzão da turma, e com boas razões. Fora o fato de ter sempre as portas abertas para o mundo todo, com frio ou sem frio. Só espero que nenhuma lava-jato canadense queira roubar a fama do seu próprio país.